SÃO MIGUEL

Na Ilha de S. Miguel existem diversos operadores especializados na observação de cetáceos espalhados pela Ilha – em Ponta Delgada e Vila Franca do Campo – assegurando a operação durante todos os meses do ano. Embarcações de média dimensão, preparadas para grupos até 80 pessoas, asseguram condições de excepção em comodidade e segurança para a actividade. No canal entre as ilhas de S. Miguel e Santa Maria, nos meses de Primavera, é frequente o avistamento de baleias-azuis, o maior animal à face da terra, com cerca de 30 metros e até 150 toneladas.

 

TERCEIRA

Na ilha Terceira – quer em Angra do Heroísmo, quer na Praia da Vitória – diversa é a oferta para observação de cetáceos, destacando-se a oferta de unidades turísticas que disponibilizam programas especializados que conjugam alojamento com actividades de mar, nomeadamente a observação de cetáceos. Das múltiplas espécies cujas rotas de migração as tornam avistáveis a partir da Ilha assinalam-se as imponentes baleias-azuis que passam, na Primavera e no Outono, entre a Terceira e S. Jorge.

 

Faial

Ilha que, com S. Jorge e Pico, forma o chamado Triângulo - onde se assistiram, desde sempre, às mais renhidas corridas de baleeiros – o Faial tem hoje na cidade da Horta um dos principais e mais dinâmicos centros de observação e estudo de cetáceos do arquipélago. Vários dos operadores de observação de cetáceos presentes na Horta têm por guias técnicos e cientistas ligados à Universidade dos Açores, instituição que ali tem os seus principais centros de estudos e investigação nas áreas da Oceanografia, Biologia Marinha e Pescas e que conduz, com outras universidades internacionais, vários programas de estudo das populações, migrações e rotas dos grandes animais marinhos.

 

PIco

O Pico é a ilha onde a tradição baleeira nos Açores se encontra mais enraizada, tendo sido o último pólo a abandonar, na década de 80, a “caça à baleia”, actividade que as suas gentes bem souberam reconverter em observação de cetáceos, com operadores na Madalena, nas Lajes e em Santo Amaro. O apego da comunidade picoense às tradições da baleação está patente nos vários museus e centros etnográfico onde se perpetuam as artes tradicionais desta actividade, com destaque para o Museu dos Baleeiros, e o Centro de Artes e Ciências do Mar - SIBIL,  nas Lajes, e o Museu da Indústria Baleeira, em Santo Amaro.


Caldeira de água a ferver nas FurnasImagem aérea do porto da Caloura com lindo tempo e água limpaEstrada secundária com a montanha do pico no horizonte